A LONGA CAMINHADA (Não Necessariamente Para o Oeste)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Rio


Ontem aproveitei o feriado para ir ao cinema assistir um filme, porém o que eu queria ver parece que já saiu de cartaz. Uma pena, pois queria muito assistir... então, para não perder a viagem, resolvi antecipar outro que já estava na minha lista: Rio.

Este, que é uma animação, estava muito ansioso para ver para saber como seria a visão do Brasil de um desenho americano, dirigido por um brasileiro. Tirando aparição clichê da música mais chata de todas (nem vou falar, porque quem for ver saberá qual é...) e de Brasil só pensar em Carnaval (claro que não, também pensa em futebol...), achei a descrição muito fiel do que se conhece, pelos menos de fotos do Rio.

Particularmente gostei porque nele trata de um assunto que os brasileiros são um pouco omissos e os estrangeiros não gostam de comentar: O tráfico de animais silvestres. Pois é assim que o protagonista da história, uma arara azul, vai para outro país. Chegando lá, acidentalmente cai do caminhão onde esta em cárcere, sendo encontrado pela menina ruiva de óculos, seu nome é Linda. Ela prometeu cuidar da ave, dando o nome de Blu.

Lá se vão 15 anos até que aparece um cientista de aves que veio do Brasil com missão de convencer Linda de levar sua ave para lá, pois se trata de um animal em extinção e a única esperança seria levar Blu para se acasalar com uma fêmea da mesma espécie. E aí que começa a confusão do filme, pois como Blu foi levando muito cedo de sua terra natal, ele acabou não aprendendo a voar. Porém graças a novos amigos que ele faz na cidade maravilhosa, isso irar mudar, he, he... muitos lugares no Rio de Janeiro são mostrados visando as belezas, sem aquela coisa já depreciativa que vemos até demais nos filmes brasileiros e principalmente nos americanos.



O interessante desta película é que na história demonstra que todo mundo tem habilidades que são importantes, mesmos que aquelas que normalmente deveria saber, não sabemos. Como por exemplo no caso de Blu: Não sabendo voar, porém é perito em andar, escalar objetos e abrir-los também. Carlos Saldanha, o tal brasileiro mencionando, está de parabéns. Ele foi o diretor da Era do Gelo 2 e 3, além de ser co-diretor do primeiro filme.

Vendo seu último trabalho, faz sonhar um dia com a minha animação!

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