A LONGA CAMINHADA (Não Necessariamente Para o Oeste)

domingo, 17 de janeiro de 2010

Seria eu um inútil?


Hoje foi um exemplo perfeito daquele pensamento que diz: "quando planeja algo, não desmarque!"

De manhã neste dia chuvoso de Domingo eu iria para o Templo Budista. Todavia, por ter ficado até tarde vendo filme na madrugada, não deu para acorda cedo. Isso sem falar que tive a minha insônia chata de costume.

Então já viu, não é?

Tão inútil quanto um aristocrata do séc 18... 19... Ah!? Sei lá!!

Pois bem... Ligaram para minha casa dizendo que irão trazer as coisas que a minha tia deu para minha mãe, uns móveis usados, e precisava de pessoas para ajudar a colocar no caminhão que irá transportar. Quem iria fazer era meu irmão, mas como ele infelizmente teve que viajar para um acampamento, advinha pra quem pensaram como 2° opção? Pois é, pensaram logo em mim... Ô porcaria!! Mas eu disse logo que não vou, pois já tinha prometido que depois da morte da minha avó, não colocaria mais os pés naquela casa onde ela morou, pois não tem mais sentido para mim aquele lugar. Por causa disso fui chamado pela minha mãe, minha outra tia e quem sabe algumas pessoas mais de... Inútil!?

Engraçado, só porque eu disse "não" as pessoas já te rotulam disso ou aquilo... Como a gente não tivesse o direito de negar as vezes. Com minha mãe é sempre assim: posso fazer "n" coisas, mas se por acaso eu deixar de fazer apenas um favor que ela peça, já sou considerado pela própria de imprestável. Interessante como existe tipo de pessoas que se aborrece facilmente ao receber apenas UM "não" de vez em quando. Se por acaso fosse me irritar com todos os "nãos" que recebo da vida, principalmente de uma garota...

Já tinha tido um enfarte!!

Eu mesmo sinto injustiçado pelas pessoas por não respeitar o meu modo de pensar, que é diferente do demais. Não sou reconhecido pelas as minhas qualidades e o pior, só enxergam os meus defeitos, como se as outras pessoas não tivesse. Teve momentos no outro ano, como em muitos outros, que as pessoas zombavam de mim sem nenhum pudor e quando reclamava, não era levado a sério. Penso agora que não vale a pena perder tempo tentando mostrar para os outros que sou uma pessoa séria ou que tenho valor. Não adianta se estes mesmos indivíduos estão cegos. Ultimamente estou mais maduro para não se abater com as provocações que recebo diariamente, pois agora tenho confiança no meu modo de pensar e sei que isso é o que realmente vale.

A vida é assim mesmo, por mais a gente tentar agradar a todos, sempre tem aquele com o dedo podre acusando que você não presta. Isso antigamente me deixava muito irado, mas agora... Quem se importa!? O meu modo de pensar de hoje está sendo o melhor possível, pois não sou mais uma "Maria vai com as outras" como era quando criança e muito menos um "Odeia todo mundo" como fui da adolescência até pouco tempo. Estou como o Buda...

Seguindo o caminho do meio e isso está fazendo muito bem.

Talvez o pessoal lá da casa da minha falecida avó encontre alguém para ajudar para colocar as coisas no caminhão e também a raiva da minha mãe passe e ela nem se lembre mais deste episódio. Só acho que talvez, da mesma forma que o Templo Budista, não irei para o Templo Hare Krishna como tinha programado para ir a tarde. Terei que ficar para esperar a tralha que a minha tia deu para a minha mãe e tirar do caminhão... Ô droga!

Mas fazer o quê... É só ter paciência!

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