A LONGA CAMINHADA (Não Necessariamente Para o Oeste)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Thor



Acabo de voltar do cinema depois de ter assistido o filme do cartaz ao lado, que por causa das chuvas frequentes demorei muito para ver-lo e por pouco pensei que não conseguiria. Enfim, este dia finalmente chegou e pude deslumbrar mais uma vez com a beleza de Natalie Portman (a 3ª só este ano, he, he...) que já vale o ingresso. Bem, como muita gente já sabe é que este super heroi da Marvel (uma editora americana de quadrinhos) foi baseado num personagem na Mitologia Nórdica de mesmo nome, não mudando muita coisa na história. E por gostar de mitologias que fui assistir este filme, apesar de não acompanhar suas histórias no gibi.

Na mitologia, Thor é um Deus muito poderoso, que tinha como símbolo o raio e costumava entrar em disputa de força (principalmente com os Gigantes, seus inimigos) para saber quem tinha mais poderes, chegando assim ser mais venerado que seu pai Odin pelos os agricultores. Nas suas aventuras costuma ser acompanhado por Loki, que mesmo colocando em enrascadas, ele gostava de sua companhia. Seu último e grande feito será no Ragnarok (Juízo Final), onde terá que matar a grande serpente que envolve o mundo dos homens, Midgard... trabalho que custará a sua vida.

Já na versão da Marvel não muda muito disso, apenas o colocam com pinta de super heroí: Thor Odinson é um príncipe de Asgard, uma dimensão que fica acima de Midgard (Terra). Por ser muito arrogante na juventude e ter cometido muitas faltas, seu pai Odin o castigou exilando sem os seus poderes no mundo dos homens, para assim ganhar humildade. É no nosso mundo que viria ser o médico manco Donald Brake, conhece Jane Foster (que no filme é interpretada por Natalie) e que após recuperar os poderes, também forma posteriormente o grupo Os Vingadores junto com outros os heroís quando estes combatem Loki, que na versão dos quadrinhos é seu irmão de criação. Ele sente muita inveja por ser Thor o filho favorito de seu pai e por isso, é comum querer sempre tramar a morte do Deus do Trovão.

Agora, falando do filme, eu até que gostei do visual dos personagens e os cenários de Asgard. Entretanto teve um certo momento que a história parecia está doida para ser encerrada, pois tudo acontecia muito rápido, tornando assim apenas mais uma película que apresenta o personagem principal e seu universo. Para um leigo como eu, isso até que foi importante, mas esperava um pouco mais de ação. De qualquer forma, até que gostei e quem sabe eu ainda veja de novo nos cinemas.



Este filme junto com outras longa-metragens de super heroís Marvel (que já lançaram ou ainda vão lançar) servirão de gancho para um projeto muito ambicioso no cinema, em que coloca todo mundo numa história só: Os Vingadores. Não sei se vai dá certo ou se fará sucesso esta salada de heroí, mas de qualquer jeito eu vou pagar para ver, he, he, he... só espero que não me arrependa!

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