A LONGA CAMINHADA (Não Necessariamente Para o Oeste)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

"Entrando" bem em Fevereiro...



Hoje é o 1º dia do mês. Analizando o último mês que passou, percebo que não tive muita melhora do que eu era anteriomente. Principalmente hoje quando minha mãe chegou no momento que estava digitando textos aqui neste mesmo blog.

Ela veio se queixar como sempre das coisas sempre acontecesse em casa: Sãos os seus filhos egoístas e na opinião dela vagabundos, a bagunça que sempre a casa fica, seus problemas de saúde e a omissão do meu pai em certos aspectos da família.

Mesmo não querendo, acabei entrando em discussão com ela, uma discussão inútil. Pois isso sempre nunca mudou em nada a vida da gente e só faz as pessoas ficarem ressentidas umas com as outras. Por isso hoje decidi que esta será a última, não vou mais alimentar pecuinhas que não leva a lugar algum.

É uma pena que este tipo de atitude eu não tive quando era mais novo ou então mesmo quando entrei no curso de Artes Plásticas. Talvez muitas pecuinhas que outros traziam não seriam continuadas.

Um comentário:

  1. Família é um núcleo bastante delicado de lidar. Qualquer coisa é motivo para a mãe da gente se irritar: é a cama bagunçada, é ficar no computador até tarde, é o gasto "desnecessário" de dinheiro, blablabla etc.

    Por causa disso, ultimamente tenho sido a filha mais exemplar possível, digna de contos de fadas da princesinha obediente. Tudo isto, de pirraça. Adoro quando ela entra em conflito existencial quando não tem do que reclamar comigo.

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