A LONGA CAMINHADA (Não Necessariamente Para o Oeste)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Tron: O Legado



Uma continuação depois de 2 décadas pode ter certeza que deve ser evento primoroso. E com esse espírito que fui ver Tron: O Legado. Gostei muito do 1º filme (apesar que faz tento tempo que nem mais sei da história dele) e resolvi ver a sua continuação. Escolhi como versão a 3D por se tratar de uma produção com este tipo de tecnologia. Fui ao Shopping Recife que até pouco tempo atrás não tinha este tipo de sala.

No 1º filme, Kevin Flynn é um jovem engenheiro de softwares da empresa ENCOM, que teve suas ideias usurpadas por um colega de trabalho. Tentando desmascarar-lo, tentou invadir a empresa no qual foi demitido, mas acabou sem querer indo para o mundo digital tendo ficado preso na grade e ter que enfrentar um ameaça muito maior: MCP (Programa de Controle Mestre), que queria dominar todos os computadores. Com ajuda de um programa chamado Tron, conseguir escapar da rede e deletar MCP, evitando assim uma grande catrástofe.

Depois de sair da grade e destruir MCP , conseguiu provar sua inocência e tornou-se o Vice-presidente da empresa onde trabalha: ENCOM. Junto com seu colega Adam Bradley, tornou-se a empresa multimilonária além de tornar o acionista majoritário. Flynn continuou a trabalhar secretamente na grade e fazía muitas experiências de teletransporte no mundo digital até que fica misteriosamente preso em 1989.

20 anos se passaram quando Bradley recebe uma estranha mensagem de seu bipe: Aparentemente parecia de ser de seu amigo desaparecido, mas ao invés de ir, sugere que Sam, filho de Flynn, vá em seu lugar. O rapaza vai e descobre que o sinal vinha de um atigo fliperama abandonado de seu pai, mais precisamente de um antigo arcade chamado "Tron". Da mesma forma que Flynn, o seu teletranportado para grade, onde muitas surpresas o aguardam. E a história seguie mais ou menos assim: Filho tentando encontrar pai e não deixar que o clone dele, chamado Clu, domine o mundo digital e consiga sair para o mundo real.

Sinceramente não vi muito efeito 3D nos óculos: Não sei se é porque talvez o filme foi feito em 2D e adaptaram para 3D ou se de fato a sala que eu estava era muito ruim. Os óculos fazia muito reflexo nos momentos mais cruciais do filme. Acho que o único ponto positivo foi de terem feito o ator do filme original, então com 61 anos, ficar mais novo digitalmente na pele de seu programa Glu, já que programas não envelhecem. E também por ter como trilha sonora o som de a dupla francesa Daft Punk, que também fizeram uma pontinha no filme, da mesma forma que em Interstella 5555, outra obra com trilha sonora da dupla.

Resumindo: Eu esperava mais, fiquei muito ansioso, ansioso demais para esperar um final que no mínimo foi muito sem graça. Tudo bem que o personagem Tron é como Akira, o personagem que dá nome ao filme que mal aparece, só que nesta continuação, sua presença é quase nula. Bem... não digo que foi perda de tempo total porque gostei bastante da ideia de trazer de volta a história de um filme muito antigo e por usar todos os atores originais para essa sequência. Falando nisso, é bem provável que terá continuação.

Se vai ser daqui a 20 poucos anos, só o tempo dirá.

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